Quem não lembra do "Coral", regido pelo pequeno "GRANDE" Picinini, que fazia toda a Escola rir, com as apresentações, meio às escondidas, que marcaram nosso tempo. Ainda hoje, lembro parte de uma das músicas, que era paródia do Coral dos Bigodudos, uma cena de um programa humorístico da época, na televisão:
Tim tim tiririm tim tim,
Tim tim tiririm tim tim
Peguei, soltei, chacoalhei, guardei,
Tornei pegar, chacoalhar, guardar,
Tornei guardar no mesmo lugaaaaaar.
Vida minhaaaaaaa.
Sardo, Arnaldo (se não me engano), Tadeu, Mauro, Scapinelli e Negrão.
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Todos "fininhos" naquela época. Raros continuam "fininhos" hoje.
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Quando se reúnem velhos companheiros, mesmo à distância, como pela Internet, se faz presente o mesmo espírito que os levou a reunirem-se no início da caminhada.
Hoje relembramos aqueles tempos com saudades.
1º almoço em acampamento (pic-nic). Pires-469, ao centro só lembro o apelido, me desculpem, "Peida Merda" e eu Mauro-324.
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Sei que muitos colegas não conheceram a verdade até hoje; então, aí vai a história, contada pelo próprio autor do episódio.
Assim como o soprar do vento, o tempo passa e, igualmente, os momentos que vivemos. Incrivelmente, algumas lembranças da velha "Prepi" conseguem permanecer vivas em minha memória. Como disse o poeta Fernando Pessoa, o valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas sim na intensidade com que acontecem. Minha passagem pela "Prepi" foi, simplesmente, sensacional !!! Entrei Mauricio e sai Gasolina.
No mais avançado da vida, quando já cumprimos bom espaço do percurso sentimos, no meio do pó da estrada, que vultos nos acompanham. Não conseguimos distinguir rostos, fisionomias. São apenas seres difusos, mudos. Ao tentarmos nos aproximar, eles se afastam.
Continuamos nosso caminho; eles estão lá, na poeira. As figuras são, na verdade, os amigos e as pessoas com quem convivemos no passado. Não temos como mudá-los, retocá-los. Ficaram na história de cada um, na poeira particular que cada ser humano levantou.
Há um frenesi na escola militar, prédio imponente, de um róseo pálido com molduras brancas que o tornam diferente dos demais quartéis. Vinte horas, a alunada aprimora os vincos das calças, dá o brilho nos sapatos, os atrasados secam a ferro as polainas brancas. Os metais dourados são exaustivamente polidos até o resplandecimento. Os mais organizados já se recolheram aos aposentos, dispensando a ceia, carinhosamente apelidada de brochante.