É um tempo especial na vida de todos que acreditam em Jesus, como salvador de nossas vidas, para a eternidade com Deus.
Que o Natal em que comemoramos o nascimento de Jesus há 2010 anos, seja de alegrias, e reflexões sobre nossas escolhas para um futuro melhor.
Ho! Ho! Ho! Feliz Natal pra todos e um Ano Novo com saúde, muito amor e paz!!!
Quantas vezes me vem à memória essa musiquinha, mas não guardei na lembrança toda a letra dela. Gostaria que algum colega que conheça a letra, pudesse completá-la para mim, e até para aqueles que não conheceram. Ficou marcada em minhas recordações, por eu ter passado, justamente, a situação relatada no texto da mesma, quando era "rep" em 70, tinha ficado de 2ª época e ainda havia ido a "Conselho de Instrutores" publicado em BI no final do ano, por motivo de comportamento "mau", por ter acumulado várias punições durante aquele ano.
Tomei conhecimento do que era trote, no meu primeiro dia de apresentação na Escola. Ainda de malas nas mãos, adentrando ao Corpo da Guarda, dou de cara com um aluno repetente do 1º ano, que pela cara dele notava-se um elemento revoltado, cheio de ódio e maldade na mente. Parecia um louco fugido de um hospício, cuspia fogo pelas ventas, que me fez parar e perguntou se eu conhecia o aparelho chamado "peitômetro". Logicamente, a resposta foi negativa e então ele demonstrou como funcionava o mesmo, desferindo-me seis socos no peito.
Fato ocorrido em 1972, quando estava no 3º ano, mas a maioria da turma já cursava o 1º ano da AMAN. Alguns que, como eu, haviam feito o "curso completo", poderão recordar. Mas sei que todos lembram da figura de "Tiãozinho". Entrou para a Escola em 1970 e ficou bastante conhecido por sua aptidão no atletismo, na modalidade de corrida de fundo. Era venerado por todos, por causa do seu talento nas pistas de corrida (invencível).
Trotes, como classificá-los? Boas lembranças ou más recordações?
Hoje, dia 16 de Julho de 2010, fazendo um frio repentino em pleno Rio de Janeiro, acendeu-me a memória e resolvi postar para todos, para ajudar a exercitar nossas mentes, que nesta fase da vida já começam a dar seus indícios de falhas mecânicas.
Lembro-me das formaturas matinais no pátio atrás da pérgula, que sentíamos aquele vento frio desgraçado, cortando o rosto como se fosse uma gilete, e que nem a "merda" na cabeça, por baixo do "bibico", dava proteção desejada. Era de doer os ossos da face e penetrava até a alma, e o que a gente falava de palavrão, ninguém imagina.
Sei que não foram todos, mas muitos como eu souberam apreciar, muitas vezes, o crepúsculo lindo que Deus nos presenteava, sentados à beira do laguinho ao pé do mastro da bandeira. Nos finais de semanas que não podíamos sair, ou por punição, ou por falta de dinheiro. Ficávamos meditando, pensando na família ou na namorada e curtindo aquela paisagem maravilhosa. Um entardecer dos mais lindos que já vi até hoje.
Pelo menos tínhamos alguma coisa boa naquela cidade, fora o chopp e a pizza no castelo, e ainda o almoço no "Cacareco" (PF). Bons momentos na memória fazem bem ao corpo e à alma.
Há muito tempo, tenho esta vontade de externar meu sentimento de agradecimento a todos os colegas de PREP e AMAN, que me conheceram e fizeram parte da minha trajetória de formação para Oficial Militar do Exército. Tenho, sim, orgulho e felicidade de ter tido mais colegas, do que a maioria que completou o "Curso Rápido", por ter feito o "Curso Completo"("Rep" na PREP e "Rep" na AMAN). Graças a Deus fiz muitos amigos, mas sei que existiram os "não muito amigos", e a esses peço minhas desculpas por minhas falhas e más interpretações em meus pensamentos. Infelizmente, não segui a carreira e assim não tive a oportunidade de encontrar-me com muitos, como seria o óbvio.
Quem não se lembra da famosa alusão à querida cidade de Campinas?
"Quem nasce em Campinas
cidade pequena, porém absoluta,
tem futuro garantido, se é homem..."
Era 1970, num final de semana em que estava ocorrendo a NAE, no Colégio Naval em Angra dos Reis (RJ). Os atletas que lá estavam podem lembrar alguma coisa, mas, o mais pitoresco foi depois.