Gosto de lembrar das "peladas"(futebol) que jogávamos naquele barro vermelho, atrás da pérgula, em 69. Poucos "bichos" conseguiam uma vaguinha, mas lembro muito bem que eu e o Pires não desistíamos e nem nos intimidávamos com os veteranos, pois éramos "securas" de bola. Com isso, conseguimos entrosamento e respeito com eles. Modéstia à parte, jogávamos um futebol direitinho. O difícil era depois tirar aquele barro dos pés, no banho gelado e ainda chegar a tempo para o rancho.
É bom lembrar, também, quando tínhamos no fim de semana as famosas peladas de "Cariocas contra o resto do Mundo". Não lembro de ter perdido nenhuma partida para o resto do Mundo.
Abraços a todos aqueles peladeiros, que me deram muita alegria em momentos difíceis de uma história de vida.