Ao entrar na página, corri os olhos para os novos adeptos e me deparo com o nome HAAG. Baita colega!! Não foi fácil "encontrá-lo" nesse mundão. Busquei, com um conhecido daqui de Floripa, que tinha um rastreador, a figura tão querida da turma A-9, em 70. Achamos o endereço aproximado do cidadão e passei a "responsa" ao Virgílio Rocha, que recebeu o passe do meio de campo e atacou firme. 1X0 para nós. A segunda proeza foi convencê-lo a participar do encontro da turma de 70, após 40 anos de EB (na verdade, eu e mais os "aperfeiçoandos" somos de 69, porém...). Pois bem, na chegada na Escola, no sábado da festa, vi aquele sujeito de cabelos grisalhos, sério. - "É ele, o cara" - pensei.
José Carlos Haag Filho, gaúcho, remador de "8", daí o porte avantajado, se fazendo presente. Para mim foi um presentão. Me olhou e disse: - "Eu sou o Haag" - como se eu não soubesse!!
Naquele momento, o meu pensamento voltou na extrema velocidade para os idos de temporada de aluno. A zoada comum, os temores de ser rép, as ameaças provindas de quem nos devia apoiar e a falta de rumo por ter perdido a turma. E eis que se apresenta o dito Virgílio, depois o Teodoro (Pirú) e o Alberto Becker (Tomate). E a cada um que se juntava, lá vinha o bordão: - "Eu sou o Haag".
Não tenho como expor, nesse pequeno espaço, um rol de passagens que participamos como alunos réps da, ou melhor, "do" A-9. Não era uma turma qualquer, por isso era "o" A-9. É só perguntar para os ex-integrantes para saber e relembrar o poderoso artigo masculino. Mas... o que tem a ver o Haag com tudo isso? Simples, um dos mais centrados da turma, naquele bolo de espiroquetas. Gaúcho, admirador de sambas...
Fiquei feliz em ver que o amigo das horas de toda ordem voltou para nós, agora assentado no grupo esplêndido do site do Henriques.
Haag, eu tenho fotos da reunião em que você aparece conosco. Me mande o endereço para que possa enviar cópias.
A todos os amigos, um grande abraço!! Valério